sábado, 29 de janeiro de 2011

Ban apela à 'revolução' para alcançar sustentabilidade


Fonte: Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque

Foto: Ban Ki-moon em Davos


Secretário-Geral defendeu, num discurso em Davos, que sejam quebrados de muros entre agendas de desenvolvimento e agendas climáticas.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, disse esta sexta-feira que o mundo precisa de uma revolução no pensamento e na acção, com vista a alcançar o objectivo da sustentabilidade.

Em declarações proferidas numa sessão do Fórum Económico de Davos sobre a "Redefinição do Desenvolvimento Sustentável", Ban defendeu que o emprego de tais factores resultaria no combate à pobreza e na protecção dos ecossistemas que sustentam o crescimento económico.

Mudanças

Ban lançou um apelo para necessidade de se adoptarem mudanças no "estilo de vida, modelos económicos e vida política."

O Secretário-Geral pediu igualmente que sejam quebrados os muros "entre agendas de desenvolvimento e agendas climáticas "entre negócios, governos e sociedade civil. Entre a sustentabilidade e a segurança globais."

Ele disse que o resultado seria benéfico para os "negócios, política e sociedade."

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Líder budista pede progresso em abolição de armas nucleares, desenvolvendo uma cultura global de direitos humanos

Fonte: Yahoo
Qua, 26 Jan


TÓQUIO, 26 de janeiro de 2011 /PRNewswire/ Em uma proposta lançada em 26 de janeiro, "Rumo a um mundo de dignidade para todos: o triunfo da vida criativa", Daisaku Ikeda, presidente da Soka Gakkai International (SGI) convoca a sociedade civil para tomar a dianteira na resolução de dois dos principais desafios de nossos tempos: a abolição de armas nucleares e o desenvolvimento de uma cultura global de direitos humanos.

Embora essas questões sejam intimidantes em escala e complexidade, Ikeda expressa sua fé, como budista, na capacidade humana de enfrentar e superar até mesmo desafios aparentemente intransponíveis.

Sobre a abolição nuclear, ele explora medidas que a população mundial pode dar início a fim de: 1) estabelecer as estruturas dentro das quais os estados que possuam armas nucleares se mobilizem rapidamente rumo ao desarmamento; 2) evitar ainda mais o desenvolvimento ou modernização de armas nucleares; e 3) proscrever de maneira abrangente essas armas desumanas por meio de uma Convenção sobre Armas Nucleares (NWC).

Para tanto, ele expressa apoio ao apelo do Secretário Geral das Nações Unidas, general Ban Ki-moon, pela manutenção das reuniões regulares do Conselho de Segurança da ONU sobre desarmamento nuclear. Ikeda propõe que os estados que tenham abdicado das armas nucleares sejam participantes regulares, e que especialistas e representantes de ONGs também discursem nas reuniões. Ele sugere que Hiroshima e Nagasaki sediem a Conferência de Análise do Tratado de Não-proliferação Nuclear (TPN) de 2015, e que ela sirva como uma cúpula visando a abolição nuclear.

Para motivar que o Tratado de Interdição Completa de Ensaios Nucleares (CTBT) entre em vigor, Ikeda solicita uma série de iniciativas bilaterais, regionais e multilaterais a partir das quais grupos de estados, tais como o Egito, Israel e Irã, se comprometam mutuamente a ratificar o tratado. Um acordo similar com base nas Six-Party Talks (Conferências dos Seis) seria usado para viabilizar a remoção de armas nucleares do nordeste da Ásia.

Ikeda reitera seu sólido apoio a uma NWC. Ele enfatiza que tal convenção poderia representar uma transformação qualitativa da lei internacional tradicional - negociada exclusivamente entre governos - para formar uma lei que extraia sua máxima autoridade a partir do desejo expressado dos povos do mundo.

Com relação à educação sobre direitos humanos, Ikeda observa que os direitos humanos não passaram a existir por tratados ou leis, mas através de esforços de pessoas comuns para corrigir as injustiças que experimentam ou vêem no mundo ao seu redor. Isso significa tornar a sensibilidade aos direitos humanos - nossos e de outros - uma parte de uma "cultura de direitos humanos".

Ikeda expressa seu apoio por esforços, centralizado nas ONU, para promover a educação quanto aos direitos humanos, e para tanto, propõe o estabelecimento de novos órgãos consultores dentro do sistema da ONU. Ele enfatiza a importância da Declaração das Nações Unidas sobre Educação e Treinamento sobre Direitos Humanos atualmente sendo finalizada e descreve as iniciativas da SGI para apoiar esse processo, como o desenvolvimento de DVDs e outras ferramentas visando educar sobre os direitos humanos.

Ele também convoca as religiões do mundo a engajar-se em um diálogo interconfessional para promover a educação sobre os direitos humanos.

Daisaku Ikeda é presidente da associação budista Soka Gakkai International (SGI), que possui 12 milhões de membros em todo o mundo comprometidos com a promoção da paz, cultura e educação. Ele também emite propostas de paz todo dia 26 de janeiro, desde 1983, para comemorar a fundação da SGI, oferecendo sugestões concretas para resolução de questões globais, com base na filosofia do humanismo budista.

Contato:

Joan Anderson
Gabinete de informações públicas
Soka Gakkai International
Tel: +81-80-5957-4711
Fax: +81-3-5360-9885
E-mail: janderson@sgi.gr.jp
FONTE Soka Gakkai International
CONTATO: Joan Anderson, Gabinete de informações públicas, Soka Gakkai International, +81-80-5957-4711, +81-3-5360-9885, janderson@sgi.gr.jp

Soka Gakkai International


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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Equipe de direitos humanos vai à Tunísia avaliar situação


Fonte: Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

19/01/2011

Foto de Navi Pillay


País enfrenta protestos de rua desde dezembro que já teriam causado 100 mortos; crise levou à queda do presidente e à formação de um governo interino.

A alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, informou que enviará uma equipe à Tunísia para avaliar a situação no país.

Desde dezembro, a nação do norte da África está enfrentando uma onda de protestos que já causaram pelo menos 100 mortos. A crise, que começou com manifestações contra o preço dos alimentos e alegações de corrupção, causou a queda do presidente e a formação de um governo provisório.

Inclusão

Segundo agências de notícias, a tensão nesta quarta-feira levou ao cancelamento da primeira reunião do novo governo. Alguns ministros renunciaram por discordar da presença de simpatizantes do ex-presidente no gabinete.

Em declarações em Genebra, Navi Pillay disse que a equipe da ONU irá se reunir com as autoridades interinas, organizações de direitos humanos e outros atores no processo.

De acordo com a alta comissária da ONU, o grupo chegará ao país sem agenda predefinida. Ela disse esperar que a equipe possa recolher informações sobre a situação dos direitos humanos no passado e no presente para que seja produzida uma série de propostas de ação.

*Apresentação: Eduardo Costa Mendonça, da Rádio ONU em Nova York.

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Conselho de Segurança aprova envio de 2 mil tropas para Côte d'Ivoire


Fonte: Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque

19/01/2011

Foto: Unoci


Tropas deverão permanecer no país até 30 de Junho; confrontos entre forças de segurança e manifestantes provocam dois mortos e nove feridos.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou esta quarta-feira o envio de mais 2 mil tropas para a Côte d'Ivoire, também conhecida como Costa do Marfim, que devem permanecer no país até 30 de Junho.

A resolução, aprovada por unanimidade, surge em resposta ao pedido do Secretário-Geral.

Instabilidade

O país está a viver uma situação de instabilidade desencadeada após a realização da segunda volta das eleições presidenciais de 28 de novembro.

O líder cessante, Laurent Gbagbo, e o presidente-eleito, Alassane Ouattara, nomearam governos rivais em Abidjã.

Desafio

Em declarações à Rádio ONU no Conselho de Segurança, o representante de Portugal nas Nações Unidas, José Filipe Morais Cabral, reafirmou a disposição da comunidade internacional e dos actores regionais em resolver a situação marfinense.

"Estamos numa situação obviamente difícil, em que houve um processo eleitoral certificado pelas Nações Unidas com a conclusão da Ecowas - Cedeao e União Africana, sobre a maneira legitima como decorreu o processo. Só que ainda não foram extraídas todas as conclusões", disse.

Mortes

Nesta quarta-feira, a Missão da ONU em Cote d'Ivoire, Unoci, anunciou que confrontos entre forças de segurança e manifestantes resultaram em dois mortos e nove feridos.

Segundo a missão, forças de segurança dispararam contra manifestantes no Bairro de Atakube, onde está situado centro de operações da ONU. Os disparos continuaram na manhã desta quarta-feira.

Apelo

Entretanto, a Organização Internacional para Migrações, OIM, lançou um apelo de US$ 55 apoiar refugiados e retornados do país.

O Plano Humanitário de Emergência para a Libéria apela a mobilização de recursos para reforçar a resposta a um número previsto de 50 mil refugiados marfinenses, que inclui 25 mil retornados da Libéria.

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Jornalistas peruanos são agredidos e ameaçados de morte

Fonte: Redação Portal IMPRENSA

O apresentador do programa de noticias "Contato Direto", transmitido na emissora peruana Nor Selva, Juan Vela Castro, foi atingido por uma chave de roda pelo advogado Tito Ramón Vásquez. O fato aconteceu na casa do jornalista - minutos antes o advogado havia o procurado na emissora. Além das agressões na cabeça o apresentador também foi ameaçado de morte.

Segundo a vítima os ataques ocorreram em represália às criticas que ele emitiu em seu programa contra o advogado. Castro questionou a qualidade profissional de Vásquez, questioando seu fracasso num famoso caso judicial no país. Após o incidente, Castro denunciou a Vásquez por tentativa de homicídio e dano a propriedade.

Outra jornalista peruana, Maria Tello Reyes, do diário de Lima Enfoques, foi ameaçada e insultada após desconhecidos pintarem a fachada de sua casa com frases de ameaça. Ela responsabiliza pelas ameaças o presidente do Governo Regional de Lima e ex-candidato para a reeleição Nelson Chui, acusado de desviar fundos destinados a obras públicas e a falta de atenção da presidência regional de saúde.

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Fonte: ONU Mulheres / ONU Brasil

Lojas Renner, Fersol, Instituto Consulado da Mulher e Instituto Avon concorrem a edição 2010 do Prêmio Doar para Transformar

Iniciativa do ELAS Fundo de Investimento Social e da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul tem ainda como meta criar uma nova cultura de investimento social em mulheres no Brasil

Rio de Janeiro (Brasil) - No próximo dia 26 de janeiro, às 19h, na sede da FIRJAN (Avenida Graça Aranha, 01 – 13º andar – Centro – Rio de Janeiro) serão apresentados os vencedores do Prêmio Doar para Transformar, que destaca o investimento social nos direitos humanos de meninas, jovens e mulheres nas categorias Pessoa Jurídica, Pessoa Física e Fundações e Institutos.

A premiação, uma iniciativa do ELAS Fundo de Investimento Social e da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, tem ainda como meta criar uma nova cultura de investimento social em mulheres no Brasil. “Queremos mostrar que os investimentos feitos em projetos que atuam com meninas e mulheres dão um ótimo retorno social. Também desejamos mostrar como os recursos para esta área de atuação ainda são muito poucos no Brasil”, comenta a coordenadora Geral do ELAS, Madalena Guilhon.

A representante de ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, Rebecca Tavares, destaca o envolvimento das empresas e da sociedade no potencial das mulheres. “É preciso sinalizar às empresas o potencial de retorno do investimento quando optam por trabalhar com as mulheres numa proposta de filantropia estratégica”, diz Rebecca Tavares. Para ela, as mudanças também envolvem o corpo de colaboradoras e colaboradores das empresas. “É preciso ganhar mentes e corações dos funcionários das empresas para que se sintam orgulhosos em trabalhar em empresas que participam da promoção e construção da igualdade social entre mulheres e homens”, explica a representante de ONU Mulheres Brasil e Cone Sul.

Para chegar aos vencedores, o Prêmio recebeu indicações pelo correio e publicou os nomes dos finalistas na internet para votação popular no site www.doarparatransformar.org.br. A votação foi encerrada em novembro de 2010 com mais de dois mil votos recebidos. Na categoria Pessoa Jurídica, concorrem Lojas Renner e Fersol. Já o Instituto Consulado da Mulher e o Instituto Avon participam na categoria Fundações e Institutos.

A premiação também destaca ações de mulheres em prol de outras mulheres na categoria Pessoas Físicas. Concorrem neste grupo Tânia Almeida, doadora de recursos para a Casa da Mulher Trabalhadora (CAMTRA) do Rio de Janeiro, e Angela Rodrigues, doadora da Associação Lésbica Feminista Coturno de Vênus de Brasília.

Investimento social nas mulheres
Promover o protagonismo das mulheres mobilizando e investindo recursos em suas iniciativas é a missão do ELAS Fundo de Investimento Social. A organização, única do gênero no Brasil, já apoiou mais de 200 grupos de meninas, jovens e mulheres em todas as regiões do país totalizando investimentos que superam R$ 2 milhões.

O ELAS entende que investir nas mulheres é o caminho mais rápido para o desenvolvimento de pessoas, comunidades, cidades, estados e, por fim, de todo o Brasil. Isso acontece porque elas são as principais agentes de transformação da realidade em que estão inseridas.

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fórum apoiado pela ONU avalia peso da educação no sucesso econômico


Fonte: Anelise Borges, da Rádio ONU em Paris.

11/01/2011


Evento, em Londres, reúne ministros da pasta de todo o mundo; diretora-geral da Unesco também participa do encontro.

Foi aberto em Londres, o Fórum Mundial de Educação 2011. O evento reúne ministros da Educação para debater os desafios do setor e futuras práticas. O foco do Fórum este ano é a "Educação para o Sucesso Econômico".

Para a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, uma das palestrantes do evento, a educação desempenha um papel na recuperação econômica e no desenvolvimento sustentável. Para ela, a instrução é importante também para se atingir as Metas do Milênio, especialmente as de saúde.

Orçamentos

A chefe da Unesco também deve discutir o potencial da tecnologia para a expansão e melhoria das oportunidades de aprendizagem, e enfatizar a necessidade de proteger e, quando possível, aumentar os orçamentos da educação nos governos.

O Fórum Mundial de Educação contou com mais de 60 ministros no ano passado.

O encontro é organizado pela Associação do Setor da Educação no Reino Unido com o apoio dos Departamentos para Educação e Negócios, Inovação e Competências, assim como o do Ministério britânico das Relações Exteriores.

O Fórum Mundial de Educação termina nesta quarta-feira.

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